Resenha
Livro: Ailla e o Luferino
Autores: Rafaela Souza, Cinthia Silva, Airton Júnior
Edição independente
Paginas:180

1° edição 2014

O livro nos conta a estória de Ailla, uma adolescente de 14anos muito distraída, tem um ursinho de pano que ela chamava de Duas Cores cheio de mistérios.
"Ailla vai até seu guarda-roupas e tenta encontra-lo, mesmo sabendo que ele não estaria ali. Naty ainda observa a amiga, sem entender o que estava acontecendo, cansada ela se deita e grita, ao constatar que ele estava ao seu lado, encostado no travesseiro"
Natasha uma amiga inseparável desde pequena que é considerada como irmã, confidente e companheira de aventuras.
"As duas sorriem e dessa vez o sorriso de Ailla era de alívio, se tinha alguém que pudesse entendê-la, essa pessoa era Natasha. Era verdade, o que aquelas duas já haviam passado juntas, talvez nem duas irmãs tivessem passado..."
Certo dia ao acordar ouviu a conversa dos pais e deste dia em diante sua vida mudou, descobriu que não sabia quem era nem de onde vinha e fugiu de casa desesperada, por sorte Ven Hailer a achou pois o frio poderia tela matado.
"Você sabe que o mais certo é contar a ela. -dizia Jhon. Ailla vai até o quarto de seus pais, pensa em entrar, mas ao ouvir uma parte da conversa para na porta.
-Eu não autorizo a fazer isso, ela ela é minha filha tambem."
Mas o mistério ainda aumenta com as revelações de Ven Hailer seu protetor, descobre que que é especial e que tem o poder de salvar o universo e que existe magia, bruxos, monstros, outro mundo além do que ela conhece, seres místicos que consideravam lendas. "-E quando vou poder saber?- Quando completar seus 15 anos e estiver prnta! Ailla respirou fundo e virou as costa para ele,encarando aquela paisagem nas montanhas" "segurança, snão aguento mais ouvir essa palavra"egurança, segurança... Eu  pensou ela." 
Ailla corre perigo e tem que mudar sua rotina pra salvar as pessoas que ama.
Que mistério gira em torno de Ailla e Duas Cores seu ursinho de pano?
Ailla tem uma missão e ao lado de seus amigos ela busca suas origens, vê a morte de perto e busca forças para lutar contra o mal... 
Amei a leitura é uma aventura mágica, cheia de emoção, quando começa ler não quer parar, não tem enrola, enrola, pra desvendar os segredos o que te faz continuar pois tem sempre algo acontecendo ser repetitivo, já estou ansiosa pela continuação.
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Proximo livro ja tem data prevista para dezembro fiquem atentos



Diario de Ailla Angelin





Entrevista com A Equipe RCA Autores de Allia e o Lufereino 





1. Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?


Rafaela: Comecei a escrever bem nova, ainda não tinha lido grandes livros, apenas paradidáticos escolares. Fazia histórias curtas ou reescrevia o final de algum livro/filme que eu não tinha gostado. Nessa idade ainda não pensava em ser escritora, nem sabia o grande significado disso. Era do tipo que chegava em casa e escrevia como tinha sido meu dia. Porém, aos 12 anos escrevi meu primeiro livro “O começo perfeito”; tinha umas 80 páginas e imaginei como seria legal alguém ler, mas nunca tive coragem de mostrar a ninguém. Quando conheci Júnior, comentei com ele esse hobby e logo ele pediu pra ler (detalhe: até hoje só ele leu). Desde então tudo começou, passamos a ter esse sonho em comum e junto com Cinthia estamos pondo em prática o nosso desejo de dividir com todos, o mundo mágico de Ailla e o Luferino, trazendo-os também para viver essa grande jornada conosco.

Cinthia: Na verdade não! Eu comecei a escrever fanfics para um site chamado Fanfic Obssession por pura diversão! Acreditei que as pessoas poderiam gostar de algo que eu escrevesse, já que gostavam das minhas redações no colégio (rsrs), mas nunca sequer cogitei investir nisso como carreira. Não, até agora!

Junior: Sempre quis fazer parte de uma coisa grande, de compartilhar minhas ideias com as pessoas, e a parceria com as meninas na construção de Ailla e o Luferino é a realização desse sonho. Nada é tão gratificante quando ver a superação das expectativas de um leitor após ler sua obra.


2. Seu principal critério para a escolha de uma leitura é o título, o autor ou o assunto?


Rafaela: Eu não sou tão criteriosa assim pra ler, leio tudo que me chama atenção. Por exemplo: um livro como A Seleção, achei a capa deslumbrante, não conhecia a autora e fiquei em dúvida quanto a ler mais um livro de “princesa”, pois achava que todos os temas sobre esse assunto já tinham sido abordados e me surpreendi em cada detalhe, a cada capítulo. TUDO tem que atrair você para ler, desde a capa. Vamos e convenhamos: quem hoje em dia não olha para uma capa P-E-R-F-E-I-T-A e não diz “Eu preciso ler esse livro!”. Então sinceramente, o que me atrai para um livro é minha curiosidade em como aquele assunto pode ser abordado, por aquele autor específico.

Cinthia: Definitivamente o título chama muito a minha atenção! De cara, quando vejo um livro, se o título dele me atrair, corro em direção ao exemplar para virá-lo e ler sua sinopse! E daí se ela me fisgar, eu compro o livro!

Junior: Independente de ser conhecido ou não o autor, o título e o assunto escolhido são meu critério de escolha, ou seja, o conjunto da obra. Por exemplo: você pega um livro que na época de 1950 foi lançado com o título de "O leão a feiticeira e o guarda-roupa", e se pergunta como assim que título é esse? Da uma olhada na sinopse e tem um vislumbre do que o sujeito quis dizer com um título tão singular. E depois de ler o livro você termina comprovando a genialidade do autor.


3. De onde vem os seus personagens? São inspirados em pessoas reais ou em fatos?


Rafaela: Todos os meus personagens tem alguma inspiração, e mesmo que não se pareçam fisicamente, geralmente são pessoas, porque são delas que tiro suas personalidades. Aqueles que lerem Ailla e o Luferino e me conhecerem bem vão rir ao notar pequenos traços meus em Ailla, como o fato dela perder as suas coisas constantemente. Sem falar nas brincadeiras feitas com os nomes no decorrer de todos os livros, mas não vou contar aqui, vou deixar para que os leitores descubram com o tempo.

Cinthia: Acredito que quando se cria uma personagem, ela carrega um pouco de você e do seu mundo. Natasha, por exemplo, tem características minhas, como o fato dela ser organizada, mas a euforia adolescente dela é um retrato fiel da minha irmã! Eu gosto de criar personagens em que as pessoas se espelhem e possam dizer: Nossa! Isso parece tanto comigo! E então, se parece com você, isso lhe dá esperança de que um dia possa ser você vivendo uma aventura mágica em sua vida simples, porém extraordinária!

Júnior: Costumo dizer que personagens são como filhos, involuntariamente eles vão carregar traços de seu criador e à medida que são construídos independente de serem homenagem a alguém ou não o meio em que eles foram inseridos, vão contribuir na sua personalidade.

4. Qual de suas obras/personagens é seu favorito? Por quê? O que ele significa para você?


Rafaela: Essa é a pergunta mais complicada até agora, é difícil escolher apenas um personagem, cada um deles foi criado de maneira singular e cada um tem suas peculiaridades. Porém, eu conheço uma Ailla que vocês vão conhecer no decorrer dos livros e preciso admitir, tenho um enorme carinho por toda sua história de amadurecimento.

Cinthia: Não se se consigo preferir um ao outro! Todos eles são como filhos... Uns mais parecidos comigo, outros bastante diferentes, mas todos especiais e únicos!

Junior: Sou de uma geração que devorava quadrinhos da Marvel e da DC bem antes dessa ascensão cinematográfica atual de ambos. E o Ven Hailer para mim é uma homenagem a esses Heróis que alegraram minha adolescência.

5. Música de fundo é indispensável?


Rafaela: Amo músicas e com toda certeza, elas me inspiram, mas não posso dizer que é indispensável. Às vezes estou em determinado lugar e uma determinada cena me traz a inspiração para escrever. Creio que o cotidiano e as pessoas, essas sim, são indispensáveis.

Cinthia: Com toda certeza! Não funciono sem música! Para mim é fundamental!

Junior: A música é a mais completa de todas as artes, ela transita por todas as classes e por todas as idades, atravessa a barreira do tempo e do espaço. Não tem como produzir nada sem ela.

6. Além de escrever, o que mais faz?


Rafaela: Sou Fisioterapeuta, atualmente trabalho na Unicare – Unidade de Cuidados Pediátricos, uma Clínica onde atendo apenas crianças, em Juazeiro do Norte - CE e no Hospital e Maternidade São Francisco de Assis, em Crato-CE.

Cinthia: Eu sou graduada em Fisioterapia e no momento atuo como fisioterapeuta componente da Equipe de Fisioterapia da UTI do Hospital Regional Fernando Bezerra, em Ouricuri – PE, que é minha cidade natal!

Junior: Sou formado em administração e marketing e atualmente me encontro totalmente dedicado ao nosso livro.

7. O mais difícil: a primeira ou a última frase?


Rafaela: Sem dúvidas, os dois! Você precisa imaginar um meio de começar, sem que ele seja cansativo e que já prenda o leitor desde o início. E dar um fim a sua história de maneira que, caso tenha continuidade deixe um espaço e vontade de “querer saber mais” e caso seja o desfecho final tem que ser glorioso como foi toda a história.

Cinthia: A primeira frase! Começar é sempre um desafio enorme! Por mais que se tenha a base do que se pretende escrever esquematizada, escrever a primeira linha é como dar o primeiro passo quando se é bebê... Você pode continuar a andar ou pode cair! É um risco e você realmente precisa ser ousado para escolhê-lo!

Junior: A última frase, porque fechar um capítulo e deixar um gostinho de quero mais não é fácil (rsrsrs).


Trecho do Livro

"Ailla vai até seu guarda-roupas e tenta encontra-lo, mesmo sabendo que ele não estaria ali. Naty ainda observa a amiga, sem entender o que estava acontecendo, cansada ela se deita e grita, ao constatar que ele estava ao seu lado, encostado no travesseiro... "





      Cinthia Silva, Rafaela Souza e Airton Júnio


AILLA E O LUFERINO

1° livro da serie



Sinopse- Ailla e o Luferino

Quando Ailla, uma garota de 14 anos, descobre sua origem nada convencional seu mundo vira de cabeça para baixo. Uma missão lhe é entregue e de seu sucesso depende todo o universo, todos os mundos, inclusive o nosso. Ao lado de Natasha, sua melhor amiga, do jovem e misterioso empresário Weyne Wizzard e de Ven Hailer, seu fiel e inusitado protetor, ela embarca numa jornada de autoaceitação que pode custar a menina de longos cabelos ruivos, muito mais caro do que ela imagina. Esse é o livro de Estréia da série Ailla e o Luferino, uma obra inteligente criada para surpreender os leitores, levando-os a um universo inovador cheio de magia e suspense, feito para contagiar crianças, adolescentes e adultos!

Entre em contato com a Equipe Ailla e o Luferino 






Biografia – Autores de Ailla e o Luferino




Rafaela Souza, nascida dia 20 de Março de 1990, 24 anos, natural de Recife-PE, é apaixonada por sua cidade, ama ler e sempre escreveu histórias para si, sem nunca mostra-las a ninguém. Aos 15 anos precisou se mudar para Juazeiro do Norte-CE, onde tudo começou a acontecer.

Airton Júnior, nascido dia 03 de Julho de 1978, natural de Vitória de Santo Antão-PE, 36 anos, desenhista, sempre criou histórias em quadrinhos, mas sempre as mantinha guardadas. Atualmente formado em Administração e Marketing, mudou-se para Juazeiro do Norte, onde vive com Rafaela Souza e tem um filho de 1 ano e 6 meses, Cauã Eduardo.

Cinthia Silva, natural de Ouricuri-PE, nascida dia 20 de maio de 1991, 23 anos, a mais jovem da equipe e escritora de fanfics.

Juntas Rafaela Souza e Cinthia Silva cursaram a faculdade de Fisioterapia e descobriram que além de grandes amigas tinham um amor em comum: a escrita!Assim sendo, os 3 resolveram compartilhar com vocês um mundo mágico, que os inspirou e onde tudo que imaginaram ganhou vida, surgindo então a Incrível saga de Ailla e o Luferino.

Três escritores de meios diferentes, que precisaram sair de suas terras para se conhecer e juntos apresentam 8 livros que com certeza, vão dar uma nova perspectiva de Universo a todos vocês!!


E aqui está mais uma ilustração de Airton Júnior, essa é Ailla Angelin em seu quarto, a jovem ruiva de 14 anos tem sua vida virada de cabeça pra baixo ao descobrir sua verdadeira origem

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