Galera essa é a Raquel Morelli, uma mocinha muito simpática com quem andei conversando e para a alegria geral da nação fiz uma entrevista com ela!!!

A Raquel tem 23 anos, mora em Jaú/SP e percebeu que gostava de escrever aos 12 anos. Em 2015 publicou seu primeiro livro Minhas Palavras (Editora AM2), compilando textos e poemas escritos desde 2005.

A sua temática favorita é o amor. s2

Ela possui poemas publicados nas antologias: “Fragmentos do Pensamento” (Editora Ases da Literatura), “As Quatro Estações” (Editora Andross) e na antologia CNNP (Editora Vivara).
Aaah a Raquel é formada em Letras e dá aulas de Português e Inglês.
Adora filmes, séries e livros. *-*
Atualmente está escrevendo um romance e sempre escreve pequenas poesias.

Agora vamos as perguntas e respostas:

1 - Qual foi o primeiro livro que você leu e te fez começar a gostar do universo literário?
Comecei a gostar de leitura desde muito pequena. Lia alguns livros para a escola. Lembro-me de que, aos 8 ou 9 anos adorei ler “O Segredo da Plataforma 13”, “Pacto de Sangue” e “Lelé da Cuca- detetive especial”.
Já na adolescência, lia Meg Cabot como uma louca. Apaixonei-me por sua escrita ao ler “Pegando Fogo!”, livro que emprestei de uma amiga.


2 - O que você acha de blogueiros fanáticos por livros?

Acho muito válida a iniciativa de blogueiros que incentivam a Leitura, pois ler é realmente um ato prazeroso e nem todos se identificam. Quando vemos blogueiros literários que inspiram outras pessoas é gratificante. Ser fanático por livros é maravilhoso, pois somente um livro é capaz de nos levar a diferentes mundos.



3 - Lendo um romance, vendo um filme, uma novela, gostaria de mudar o final?
Geralmente ao ler ou assistir a alguma coisa, acabo concordando com a pessoa que escolheu o final. Fiquei pensando na pergunta e chego à conclusão de que, por exemplo, “Como eu era antes de você” é um livro tão sensacional que não mudaria seu final, apesar de triste. É uma lição de vida, oras. Acredito que ficaria clichê um final diferente. O mesmo ocorre no filme “O Segredo de Brokeback Mountain”. São finais necessários, mesmo que tristes ou inesperados.



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