Elizabeth é uma mulher infeliz. Passara anos em um casulo, amadurecendo seus planos, metamorfoseando seu ser. Esperando a hora certa.
Presa a um homem inescrupuloso, privada de seus sonhos, Elizabeth procura, incansavelmente, uma válvula de escape, qualquer coisa que a distraia de sua realidade revoltante. E, talvez, seu único meio de fugir de sua situação seja um romance proibido.
Com um grande choque, o ódio culmina. A cada dia, ela conta as horas para sua grande fuga.
E ela quer alçar voo, mesmo que seu bater de asas derrame sangue.





Resenha:

Livro: O Veneno da Borboleta
Autor: Francesco Procat
Editora: Percurso
Edição: 2016
Paginas: 160

Hoje trago uma resenha que fiz com um carinho especial, todos os livros que leio me dedico a fazer o meu melhor, mas o Livro O Veneno da Borboleta alem de uma ótima leitura foi escrito por um amigo querido e que é co-autor deste blog o nosso colunista Francesco Procat, espero que gostem!!!

A sociedade, em várias culturas e países, conquanto não em todas, tem aceito, estabelecido como válidas em condições de igualdade união de conveniência  e tradicionalmente, no domínio humano, e na maioria das sociedades, ao se falar em relação conjugal de conveniências. Em que há regras preestabelecidas; convenções: comportamentos que agridem as conveniências sociais. Aquilo que pode trazer vantagens para a pessoa que o utiliza: relacionamento de conveniência.
Necessidade é o que nomeia aquilo que é inevitável, imprescindível, fundamental, que tem grande importância, que deve ser feito ou cumprido por ação, imposição ou obrigação. No caso de nossa personagem principal, Elizabeth, uma mulher que foi vendida pelos próprios pais para garantir o sustento da família e o bem estar de Elizabeth, porem o homem a quem ela foi entregue mesmo não deixando que nada lhe faltasse a mantém presa e sobe seu domínio em todos os aspectos. Ela sonha em fugir dali, sonha em ter uma vida feliz e realizar seu desejo de ser estilista, ela odeia o homem que pensara ser um príncipe encantado, mas que na realidade se tornou seu carrasco. Elisabeth pensa em varias possibilidades de liberdade, seja com um romance proibido, uma falsa amizade
A cada dia, ela tem mais ódio do marido que a mantém presa e longe sonhos e isso lhe da vontade de mata-lo.
Esse livro é fantástico!O tipo de livro que você começa a ler e não consegue mais largar até atingir a última página
É fácil se identificar com os personagens, muitas vezes eu me vi no lugar da Elisabeth  e tomando as mesmas decisões que ela. E no final de tudo, valeu muito a pena ler.
A escrita do Francesco e envolvente e poetisa, com doses de mistério, drama e romance, tudo na medida certa, o livro O Veneno da Borboleta e uma leitura marcante e rápida, menos de um dia.







Olá pessoas, hoje venho resenhar um livro muito incrível!!(Imagine uma voz super animada).
Da Darkside Books, o livro psicose foi escrito em 1959 e relançado esse ano no Brasil depois de 50 (ênfase no '50') anos fora de circulação. 
Fora isto, foi adaptado para o cinema, no ano seguinte à sua publicação original, pelo incrível Alfred Hitchcock, de "Um Corpo Que Cai", "39 Degraus", "Os Pássaros" e muito mais.
Mas não falemos da genialidade do meu querido Alfredinho, mas do Robert, né, afinal o foco aqui é literatura ( concorda, Pri? Concorda!) 
A história, em seu início, segue a jovem Mary Crane, uma secretária de uma imobiliária. Ela sonha em casar-se com Sam, que conhecera em um cruzeiro, e que alega que o motivo que os impede de casarem-se seriam as dívidas do moço. Com isto em mente, e uma baita sorte que quem dera eu tivesse oportunidade aparentemente perfeita, Mary põe as mãos em 40 mil dólares de seu patrão! UHU QUARENTA MIL DOLETAS BABY ESSA MARY É SORTUDA. 

Lembrando que o livro se passa lá na década de 50, então 40 mil doletas era dinheiraço.

Nervosa, agitada e com milhões de planos em mente, a moça decide fugir da cidade com o dinheiro e apenas depois ir procurar por Sam. Para driblar a polícia e qualquer enxerido que pudesse estar em seu cangote, ela troca de carro mais de uma vez. E na estrada acaba por pegar uma chuva torrencial e ir parar (tananananaaaa) no Bates Motel.

Sem smartphones, sem facebook, sem um livro para ler, ela aceita ir jantar com o gerente do lugar. Um cara... estranho (risos maléficos).
No livro ele é gordo.

Norman Bates, um homem de meia-idade, solitário e atrapalhado gerencia o hotel. Ele vive com sua mãe em uma casa nas redondezas e instantaneamente apaixona-se por Mary. E apaixona-se tão loucamente que entra em conflito com sua própria consciência por causa de seus atos (aquele infame buraquinho na parede). A partir daí, nos surpreendemos a cada página, a cada linha. A trama fica cada vez mais envolvente ao mudar de foco e ritmo, e sermos introduzidos ao trio procurando Mary, Sam, Lila e Arbogast (nem sei pronunciar esse raio de nome ainda). Bloch sabe muito bem entrelaçar a trama e amarrá-la de tal forma que nos apaixonamos por cada reviravolta. Nos chocamos com Norman, mas não por ser um ~completo doido~ mas por assemelharmos-nos tanto com ele. O final é surpreendente e incrível. Depois de ler este livro, ansiamos devorá-lo novamente, porque a história adquire outro peso. Mais macabro, mais sombrio, mais interessante. 

Um livro cinco estrelas, seis, mil. Muito bem escrito, poeticamente cruel, cruelmente arrebatador. E arrebatadoramente perturbante. Este livro fica com você muito após encararmos o ponto final, com aquele vazio característico do fim de um livro excelente. 

Vale ressalvar a incrível edição da Darkside Books.

E para atiçá-los ainda mais, retomo...
...incrível...
...perturbador...
...poético...
...macabro...

...e baseado em fatos reais...


Olá pessoal. Este é um post reunindo tudo o que eu postei no mês de Setembro de 2015. E adianto, foi pouquíssima coisa. ENEM se aproximando, livro concluído, trimestre da escola se encerrando. Enfim, muita coisa contribuiu para que meu tempo me fosse preenchido, mas aqui estamos.
E sim, tomei a iniciativa de fazer este estilo de post para compartilhar o que já postei, porque vai ficando tudo para trás da mesma forma. E sim, vou fazer um destes para cada mês enquanto a Pri não me chutar do blog então... acostumem-se.

Já comecei a postar quase no fim da semana.
05/09- Resenha: Memórias Póstumas de Brás Cubas
Daí me veio a necessidade de fazer as pessoas pararem de encarar o Machadinho como se fosse um serial killer, então...
07/09- Preconceito Literário
Alguns dias depois, fiz esta linda entrevista com a autora Edna Lautert
12/09- desnecessário repetir, mas  Entrevista com Edna Lautert 
Depois de quase uma semana no ócio e podia ter ficado mais que ninguém ia sentir falta, decidi postar um continho na madrugada.
18/09- Conto da Madrugada: Quando decidi pular.
Aí sim, mais de uma semana sem post meu, Pri (linda)  no meu cangote, querendo me deserdar,  postei uma matériazinha sobre o maravilhoso evento da Pri e da Ge! E mereciam uma maior/melhor.
27/09- Um dia à R$ 0,00 e o grande favor à literatura.

É isso pessoal, espero que gostem da novidade. Outros colunistas, se quiserem, podem kibar  fazer também.



Para aqueles leitores que estiveram debaixo de uma pedra no dia de ontem — ou, pelo menos, fora do Facebook (e isto hoje em dia é quase o mesmo) — a timeline. e-mail e caixa de notificações de mais de 800 participantes foi irrompida pelos inúmeros posts e comentários do evento "Um dia à R$ 0,00", organizados pela minha "patroa" Priscila, essa chatosa dona do blog  (mentira Pri, te amamos), e a Ge Benjamim, do blog Monte Sua Livraria. Mais de quarenta autores participantes, que contribuíram com ebooks gratuitos ou com livros físicos para sorteio. Durante todo o dia de ontem — e o de hoje— os autores disponibilizaram seus livros digitais de forma gratuita pela amazon.com.br 
Foi um grande marco para nós leitores, que faturamos inúmeras incríveis leituras de forma gratuita. E para mim, como autor, foi incrível contribuir para tal feito.
Sim. Tais eventos são de suma importância para a divulgação e incentivo à nossa marginalizada literatura nacional. É. Marginalizada, pois a cada dia mais nos deparamos com exacerbado estrangeirismo, que apenas reflete a falta de cultura do próprio povo. O autor nacional não é visto como potencial, nele não é investido como promessa de mercado. E a ele não é confiado o poder de mudar a situação, pois dele pouco temos notícias.
Admiro as editoras que focam nos nacionais, e só tenho um desejo: que cresçam, pelo trabalho magnífico que fazem.
E à Ge e à Pri, só me cabe agradecer pela oportunidade de divulgar meu trabalho, pela satisfação de fazer parte deste evento. E que venham muitos mais. E que eu possa contribuir muito mais. E que na próxima eu ganhe algo no sorteio, vlw flw.

E ainda estão vigentes as promoções na amazon. Creio que até a madrugada ainda será possível baixar os ebooks de forma gratuita.
Meus livros grátis na amazon.
A VERDADE SOBRE ELES (ROMANCE) - GRÁTIS (Atualizado em 27/07 às 23:47)
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Para parcerias, críticas e sugestões de pautas: mande um e-mail para francescoprocat@gmail.com
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Título: A verdade sobre eles
Autor: Francesco Procat
Páginas: 267
Encontre aqui e aqui
Classificação: 5/5
Sinopse: Quem diria que sendo tão diferentes, eles poderiam ser tão semelhantes? Jade, Aaron, Joseph, Claire e Steve têm algo em comum: todos sofrem ou sofreram algum tipo de preconceito. Jovens diferentes que encontraram apoio uns nos outros ao conviverem por cinco meses. Mais que uma história sobre sentimentos, é uma história sobre como podemos ser iguais. Nela, encontramos os conflitos que acontecem dentro de cada um. Vemos uma narrativa que envolve força e coragem. Além disso, encontramos a esperança de que o mundo valorize as pessoas por quem elas são, indo além das aparências.
Imagine que seu professor chegue na sua sala e diz que o trabalho mais importante será conviver com pessoas que você não conhece, não conversa e, inclusive, não se importa. Essa é a proposta do Sr. Brown e esse é o ponto de partida do livro "A verdade sobre eles".

Jade, Aaron, Joseph, Claire e Steve são sorteados para formarem um grupo. Esse grupo é obrigado viver junto por cinco meses, cada um tem um diário para escrever suas experiência e no final, o professor irá recolher todos para poder avaliar. Porém, esse grupo é composto por pessoas fechadas, que sofrem por suas personalidades, corpo, problemas, são os "estranhos" da escola, com exceção do Steve, o típico garoto popular.

Acompanhar essas cinco pessoas foi uma experiência incrível. Eles evitavam se aproximar das pessoas, então foram transformados por esse projeto. Em um dia você não conversa com ninguém, finge ser invisível, se esconde dentro das suas roupas e, até mesmo, dentro de si próprio e no outro, tem quatro pessoas que se sentam com você no almoço e sabem se relacionar tanto quanto você.

Adorei a construção dos personagens. Apesar de cada um ter um problema específico é possível se identificar com todos, alguma coisa em algum deles faz você se lembrar da sua vida ou de algum conhecido. Desde o começo me identifiquei com a Jade, mas meu personagem favorito acabou sendo o Aaron, ele é aquele tipo de pessoa intensa, intrigante e que dá vontade de abraçar nos momentos difíceis.

Um dos pontos positivos da história - para mim, pelo menos - é o fato de tudo acontecer de maneira gradual. Eles não se juntam logo de cara, não têm longas conversas ou se tornam amigos. Tudo é muito complicado, lento. Porém, isso não faz o ritmo do livro ser lento, pelo contrário, isso só instiga a curiosidade para saber se dará ou não certo e qual será o próximo passo de cada um.

A estrutura do livro é bem interessante - só me dei conta no segundo capítulo. Cada capítulo é divido em parte I, II, III e assim por diante, cada parte dessas apresenta o ponto de vista de um dos personagens. Isso faz com que você conheça mais cada personagem e entenda o que cada um pensa. Seria uma pena se o livro apresentasse uma visão geral, perderíamos detalhes muito importantes.

Esse livro me fez chorar, muito. É triste ver que tudo o que acontece ali se projeta na vida real e acontece, acontece de verdade. As história, em si, não me fizeram chorar, porque eu acabei entendendo cada um ali. Mas ver as situações que eles chegam, que eles têm que enfrentar, é algo que realmente mexe com as pessoas.

Recomendo muito, muito mesmo, pois esse é um livro que faz você repensar sobre seus conceitos e o modo que está tratando as outras pessoas. E se você tem um problema, qualquer que seja, ou se afasta das pessoas, você acaba tendo uma grande lição de vida. É um livro fácil de ler, rápido e que tem uma mensagem incrível.

 Por que não podia ter simplesmente vindo às escondidas? Porque é popular. E os olhos o seguem para todo lado. Esse é o lado ruim da fama. 
Steve não achou que palavras pudessem o machucar ou emocionar. Para ele, eram apenas marcas de tinta no papel.
Ultimamente andava cabisbaixo, não queria olhar para as pessoas, pois sabia que todos o julgavam.
Aaron estava vagarosamente se habituando à tarefa de ter amigos, andar acompanhado. Não era ruim. Era novo.
Só faltava confiança da sua família. Por que era tão difícil deixá-la crescer?   


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